
Se expressão é compreendida como uma forma de comunicação, o minimalismo ou a arte minimalista o faz de maneira ímpar. Na década de 60, nos Estados Unidos, ocorreu o ponto de partida para um novo gênero de escultura que teria a especificidade e o poder de materiais reais, cores reais e espaço real. Os artistas minimalistas da época tinham a crença que uma obra de arte devia ser completamente concebida
pela mente antes, para ai sim poder concebê-la. Tudo o que havia sido pregado dentro do expressionismo abstrato e seus excessos(o oposto da idéia do minimal)de emoção e subjetividade estavam a partir de então desgastados e ultrapassados.
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Reinhardt escureceu a paleta e eliminou a tal ponto o contraste entre cores adjacentes que, após 1955, sua arte restringiu-se a sutilíssimas variações de preto intenso e de tons quase pretos. Professor inspirador e teórico franco, acreditava ardorosamente em reduzir a arte à forma mais pura e, por extensão, ao estado espiritual mais puro

O minimalismo transpira um ar de modernidade, onde os excessos passaram a ser considerados cafonas e a simplicidade chique. O minimal pode ser definido como um conceito, seja na arte, na arquitetura ou na música. Na arquitetura ea pode ser demonstrada com traços arrojados, alinhados e com pouco contraste. Na música ela pode soar por meio de trechos freneticamente repetitivos e com poucos elementos, de forma que os poucos usados se tornem mais aparentes, sem deixar que um sobreponha o outro numa soma desnecessária. Tudo isso tem o único objetivo de causar um maior efeito, é onde o menos é mais.

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